Hoje foi O dia: tive a primeira entrevista de emprego.
Depois de se certificarem que era maior de 17 anos (não é raro que me atribuam até menos 5 anos !) seguiram-se 15 minutos de explicação do serviço, que consiste em vendas porta-a-porta (D2D).
Estou familiarizada com o método, desde há largos anos, mas por mais confiante que tivesse acordado, quando naquele momento me imaginei a levar a cabo essa missão a perspectiva perdeu alguma excitação e ganhou muitas dúvidas.
É que se realmente for escolhida e aceitar
o emprego, como é que vou levar famílias a aderir a pacotes de televisão,
internet e telefone quando isso é o que a maioria dos lares já possui hoje em
dia?
Com "bónus extra": estamos em crise, e a cidade é pequena.
Abstive-me de
colocar a questão… Acho que vou reler Dale Carnegie!
De todas as formas, algumas questões se levantam:
- até onde devo ir na procura de emprego?
- que investimento pessoal devo fazer? O máximo seria a resposta ideal, mas não há que esquecer que devo estudar ao mesmo tempo.
A minha máxima era que quem precisa está disposto a fazer tudo.
Na sequências das mudanças dos últimos dias fiz o que a maioria de nós, mulheres, decide quando passa por situações semelhantes: uma visita ao cabeleireiro e mudança de look.
Porque nada melhor do que um corte e uma cor para nos sentirmos prontas a estrear!
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